Todos pela Capoeira
Capoeira Arte e Luta Brasileira
terça-feira, 8 de março de 2016
Com a reunião do dia 07/03/2016, na sede da Academia do Professor Caca, tivemos a presença dos Mestres Catitu, Mestre Flavio, Mestre Ulisses, e também vários professores, graduados e instrutores. Onde todos manisfestaram total apoio ao PROJETO TODOS SOMOS UM, inclusive com palavras de estimulo e apoio total e irrestrito a figura do Mestre Brasilia, tipo por todos como o grande mestre que vai mudar e melhorar a Capoeira na cidade de São Paulo.
Reunião de Articulação PROJETO: "TODOS SOMOS UM" - AÇÃO PELA CAPOEIRA, organizada pelo Professor Cacá, Escola Cultural Zungu Capoeira. Trabalhando em busca de propostas de União e Fortalecimento da Capoeira na cidade de São Paulo/SP. Presenças: Mestre Brasília, Mestre Catitú, Mestre Flávio Senzala, Mestre Eduardo Negão, Mestre Marcos Caifazes, Mestre Miudinho, Professor Cacá, Instrutor Gazú, Instrutor China, Instrutor Iago, Instrutor Guilherme, Instrutora Luciana, Graduado Led, Graduado Tiago, Graduado Duende.
segunda-feira, 7 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
ATONIO CARDOSO DE ANDRADE, MESTRE BRASILIA, nasceu em 1942, em Alagoinhas/BA. É um dos percursores da Capoeira em São Paulo. Ao lado de Mestre Suassuana, detém o título de ter aberto a primeira academia de Capoeira na Capital Paulista, a Cordão de Ouro. No ano seguinte, em 1966, ao se desligar do amigo Mestre Suassuna, fundou a São Bento Grande, que hoje leva o nome de Ginga Brasilia. É um dos mais antigos e conceituados mestre de Capoeira em atividade no mundo. Com seus 73 anos de idade, é o próprio Mestre Brasilia quem ministra as aulas de Capoeira na Vila Madalena, bairro da capital Paulista. Filho de mãe solteira, sem a figura paterna, sempre trabalhou para ajudar a família muito simples. Trabalhou ao longo de sua vida como sacoleiro de feira, carregador de água, sapateiro, funileiro, mecânico, pedrei, pinto e em diversas outras profissões humildes. Iniciou na Capoeira aos 19 anos de idade como discípulo dee Mestre Canjiquinha, depois de uma briga de rua onde levou a pior. Nas palavras de Mestre Brasilia,ele conta como iniciou na Capoeira: `` Depois de levar uma surra, fui conversar com o rapaz que me bateu e perguntei a ele como ele havia conseguido me bater, e ele então me disse que treinava Capoeira. Eu fui então atrás de um professor porque não queria mais apanhar de ninguém.`` Ao lado de Mestre Canjiquinha, realizou centenas de apresentações e cursos em toda Bahia e pelo Brasil a forra. Desa década de 70, tem divulgado a cultura brasileira em diversos países do mundo, e teve a oportunidade de residir por três anos no Japão, onde ministrou aulas de Capoeira e realizou apresentações da cultura brasileira naque país. Escritor, compositor e ator, lançou em 1990, su primeiro LP, Ginga Original, e dois outros em 1995 e 1997, lançou seu livro e DVD: Vivências e Fundamentos de Um Mestre de Capoeira . E como ator trabalhou na preparação de atores de teatro. Apesar da idade e dos mais de 50 anos na prática de Capoeira. Mestre Brasilia ainda possui muita disposição para lutar em busca de melhorias para a Capoeira. Recentemente se engajou no trabalho dearticulação do GT CAPOEIRA DA CIDADE SÃO PAULO, grupo de trabalho formulado entre o Coletivo de Capoeira da cade de São Paulo e o público Municipal, e também ainda tem folego para liderar o PROJETO TODOS SOMOS UM - Ação pela Capoeira, que é o plano de ação em Políticas Públicas em Benefício da Capoeira Paulista, que tem como objetivo unir e fortalecer o seguimento da Capoeira de São Paulo com a finalidade de maior conscientização política. `` Fico muito feliz e satisfeito em poder contribuir ainda mais no fortalecimento da Capoeira em São Paulo, e convoco a todos os mestres, professores, alunos e simpatizantes a participarem destas ações, para melhorarmos a nossa Capoeira.`` Palavras do Mestre Brasilia..
quarta-feira, 2 de março de 2016
UM MOMENTO PARA TODOS!
Em um universo em que o brilho muitas vezes ficou restrito ao individualismo, nos trouxe até aqui a figura de poucos heróis para a história atual, exaltando uma ou algumas qualidades pessoais que tornaram esses heróis espelhos ás novas gerações.
A Capoeira é individual?
Atualmente os caminhos têm se demonstrado contraditórios à Capoeira de outrora e o coletivo vem conquistando um espaço imenso nas perspectivas futuras. Somos uma classe, um segmento social, um conjunto e organizados teremos representatividade forte e eficiente dentro de um sistema de poderes, burocracias e leis. Já não somos tão inocentes e alienados ao nosso vício de apenas “jogar” Capoeira. Estudamos, aprendemos novos caminhos e estratégias, nos especializamos em outros departamentos e segmentos sociais. Estamos em um forte processo de união e a “deficiência” de um, será suprida pela “excelência” de outro, e nesta troca de figurinhas, seremos fiéis aos nossos princípios. Quando comecei a ser reconhecido dentro do grupo, já era uma vitória, afinal o grupo era quase fechado e muito grande, mas não era a filosofia de um único grupo, mas sim uma tendência filosófica de viver a Capoeira!
Um egocentrismo e um egoísmo exagerado onde “aqui” é certo e “lá”, o errado. O que você aprende “aqui” é segredo intocável, é “nosso”!
Hoje não... Que bom que existe evolução e posso perceber que os amigos, necessariamente não vestem a mesma camisa e podem se encontrar para trocar qualquer tipo de “segredo”, que já não é um segredo, é um caminho, uma ajuda, um auxílio, seja ele físico, técnico, rítmico ou burocrático. O coletivo tem força e neste processo de sobrevivência, união não só faz a força, como também vence batalhas.
É um momento especial. Sejamos humildes, pacientes e flexíveis para evoluir no conjunto. Vamos parar de andar em círculos e bater cabeça, pois é tempo de um capoeirista não concorrer com outro capoeirista e sim dar as mãos para vencer o sistema, nem que para vencê-lo, seja necessário ingressar dentro dele.
Inspirado no movimento TODOS SOMOS UM, e na amizade com outros capoeiristas que deixam de lado seus interesses pessoais para auxiliar outros com projetos, ideias, indicações de trabalho, Etc.
A Capoeira é individual?
Atualmente os caminhos têm se demonstrado contraditórios à Capoeira de outrora e o coletivo vem conquistando um espaço imenso nas perspectivas futuras. Somos uma classe, um segmento social, um conjunto e organizados teremos representatividade forte e eficiente dentro de um sistema de poderes, burocracias e leis. Já não somos tão inocentes e alienados ao nosso vício de apenas “jogar” Capoeira. Estudamos, aprendemos novos caminhos e estratégias, nos especializamos em outros departamentos e segmentos sociais. Estamos em um forte processo de união e a “deficiência” de um, será suprida pela “excelência” de outro, e nesta troca de figurinhas, seremos fiéis aos nossos princípios. Quando comecei a ser reconhecido dentro do grupo, já era uma vitória, afinal o grupo era quase fechado e muito grande, mas não era a filosofia de um único grupo, mas sim uma tendência filosófica de viver a Capoeira!
Um egocentrismo e um egoísmo exagerado onde “aqui” é certo e “lá”, o errado. O que você aprende “aqui” é segredo intocável, é “nosso”!
Hoje não... Que bom que existe evolução e posso perceber que os amigos, necessariamente não vestem a mesma camisa e podem se encontrar para trocar qualquer tipo de “segredo”, que já não é um segredo, é um caminho, uma ajuda, um auxílio, seja ele físico, técnico, rítmico ou burocrático. O coletivo tem força e neste processo de sobrevivência, união não só faz a força, como também vence batalhas.
É um momento especial. Sejamos humildes, pacientes e flexíveis para evoluir no conjunto. Vamos parar de andar em círculos e bater cabeça, pois é tempo de um capoeirista não concorrer com outro capoeirista e sim dar as mãos para vencer o sistema, nem que para vencê-lo, seja necessário ingressar dentro dele.
Inspirado no movimento TODOS SOMOS UM, e na amizade com outros capoeiristas que deixam de lado seus interesses pessoais para auxiliar outros com projetos, ideias, indicações de trabalho, Etc.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
“Se és capaz de aceitar teus alunos como são, com suas diferentes realidades sociais, humanas e culturais; se os levas a superar as dificuldades, limitações ou fracassos, sem humilhações, sem inúteis frustrações; se os levas a refletir mais do que decorar; se te emocionas com a visão de tantas criaturas que de ti dependem para desabrochar em consciência, criatividade, liberdade e responsabilidade, então podes dizer: sou mestre!” (Rui Barbosa)
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